2 de fevereiro de 2013


Ministério da Defesa do Brasil agenda reunião para discutir a liberação dos documentos secretos sobre os OVNIs / UFOs


Em 8 de dezembro de 2012, publicamos um artigo aqui no OVNI Hoje que começava assim:

A Carta de Foz do Iguaçú pede abertura total e irrestrita dos documentos secretos sobre OVNIs

“Hoje, 8 de dezembro de 2012, no I UFOZ, foi lançada a Carta de Foz de Iguaçú, que assim como a Carta de Brasília, que foi assinada em 1997, será entregue às autoridades em Brasília.”
Agora, quase dois meses depois da primeira etapa desta iniciativa liderada por A. J. Gevaerd da Revista UFO, nos chega a informação empolgante de que já há uma movimentação dentro do Ministério da Defesa para a análise do pedido.
Abaixo, o ofício emitido pelo Secretário Ari Matos Cardoso, do Ministério da Defesa, neste caso especificamente ao Chefe de Gabinete do Comandante da Marinha, agendando uma reunião para o dia 7 de fevereiro próximo, às 10h00, a fim de que seja discutida a questão da liberação dos documentos, com a participação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica do Brasil:
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Veja ainda o Comunicado Interno oriundo do Chefe de Gabinete, Vice-Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior e do Encarregado da Divisão de Secretaria e Comunicações, Capitão-de-Corveta José Antonio Gomes de Silva, endereçado ao Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, para que sejam adotadas “as medidas julgadas necessárias, solicitando determinar que a resposta seja encaminhada diretamente à Secretaria de Coordenação e Organização Institucional do Ministério da Defesa, com cópia para este Gabinete”:
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EDITORIAL:
Com a liberação total dos documentos militares secretos relacionados aos OVNIs, a porta está aberta para a possibilidade de colocar o Brasil na vanguarda mundial do estudo deste fenômeno.
Esta é uma oportunidade de ouro que, se não for desperdiçada, elevará o Brasil à posição de líder mundial absoluto nesta questão de suma importância para a humanidade.  É uma chance que não pode ser desconsiderada em hipótese alguma. 
Pelo Brasil e por toda a humanidade, esperemos que os comandos das Forças Armadas Brasileiras se revistam neste momento de um orgulho patriótico ainda maior, o qual os leve à uma determinação que é a mais sensata para os dias que vivemos: Todos os documentos devem sim ser liberados, seja lá o que eles contenham, para que assim possamos subir de uma vez por todas ao próximo patamar do estudo deste fenômeno e talvez até à uma abertura tão grande que nos impulsione rapidamente ao primeiro contato oficial com tecnologias alheias à nossa.
A humanidade necessita saber a verdade.  Nosso planeta precisa dela.
n3m3

Fonte: OVNIHOJE.COM

22 de janeiro de 2013


ChicoSe eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;    
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."
 
Chico Xavier
 

28 de dezembro de 2012



Contatos do escritor Victor Hugo com espíritos são tema de exposição em Paris


ALCINO LEITE NETO
ENVIADO ESPECIAL A PARIS

Fonte: Folhaonline

Em 1852, o escritor francês Victor Hugo (1802-1885), autor de livros como "Os Miseráveis" e um dos maiores poetas de todos os tempos, exilou-se na ilha de Jersey, entre a França e a Inglaterra, por motivos políticos.

Ali, viveu um episódio muito controverso da história cultural francesa.

Divulgação
Ectoplasma sai da boca de mulher em sessão mediúnica de 1918
Ectoplasma sai da boca de mulher em sessão mediúnica de 1918

Realizou, entre 1853 e 1855, inúmeras sessões de mesa falante (ou girante), a fim de se comunicar com espíritos --com sua filha Léopoldine, que havia morrido aos 19 anos, em 1843, afogada no Sena, mas também com William Shakespeare (1564-1616) e Dante (1265-1321).

Essa experiência é tema de uma interessantíssima exposição em cartaz (até 20 de janeiro) no museu Maison de Victor Hugo, em Paris: "Entrée des Médiums - Spiritisme et Art d'Hugo à Breton".

O título, "Entrada dos Médiuns", vem de um texto do escritor André Breton (1896-1966), líder do surrealismo, movimento literário e artístico que se interessou pelos fenômenos mediúnicos e chamou a atenção para a obra de médiuns-pintores.

PARANORMAIS

A primeira parte da mostra trata das relações de Hugo e sua família com o espiritualismo, expondo desenhos do poeta, fotos feitas por seu filho (e principal médium) Charles Hugo, além de manuscritos com as transcrições de mensagens colhidas na mesa falante de Jersey.

A segunda e a terceira partes trazem trabalhos de artistas-médiuns e de médiuns-artistas, todos eles pouco conhecidos e em geral classificados como "art brut", tais como Fernand Desmoulin (1853-1914), Victorien Sardou (1831-1908) e Hélène Smith (1861-1929), por exemplo.

O principal interesse da sessão sobre a metapsíquica (corrente de estudos criada pelo cientista Charles Richet com a finalidade de pesquisar fenômenos paranormais) é a série de fotos da médium Marthe Béraud expelindo ectoplasmas (materializações de espíritos).

As imagens são extraordinárias, "verdadeiras esculturas conceituais", nas palavras de Gérard Audine, diretor do museu.

As relações intensas, mas pouco ortodoxas, dos surrealistas com a metapsíquica, a vidência e o espiritismo concluem a mostra, com obras de Robert Desnos (1900-1945), André Masson (1896-1987), Yves Tanguy (1900-1955) e outros.

Além de incomum, a exposição é audaciosa por abordar temas e crenças que sempre são tratados com muita discrição na França --pátria de Voltaire (1694-1778), mas também de Allan Kardec (1804-1869).